• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

Monumentos do Algarve Bons Momentos Promontório de Sagres Prémio Regional Maria Veleda Património Cultural Imaterial Portal Cultura Portugal

Sagres, Monumentos Megalíticos de Alcalar e Ermida de Nª Sra de Guadalupe

CartazUm Mar de Filmes! Mostra de cinema documental de cariz etnográfico ao ar livre encontra-se a decorrer em 3 monumentos da região do barlavento algarvio: Fortaleza de Sagres, Monumentos Megalíticos de Alcalar e Ermida de Nª Sra de Guadalupe, nos sábados de setembro.

A próxima exibição será do filme “É na Terra não é na Lua” de Gonçalo Tocha, nos Monumentos Megalíticos de Alcalar, no dia 8 de Setembro, pelas 21 horas.

A ilha do Corvo é a ilha mais pequena do Arquipélago dos Açores. É formada por uma única montanha vulcânica extinta, o Monte Gordo coroado por uma cratera onde se aloja a Lagoa do Caldeirão. Tem uma única vila habitada por 450 pessoas, uma estrada, uma Câmara Municipal, um avião 3 vezes por semana, um posto médico, um infantário, uma escola e uma igreja e um restaurante. Em 2007 um operador de câmara e um técnico e som chegam à ilha dispostos a filmar tudo o que ali se passa. Aos poucos, são tratados como família pelos seus habitantes e, com eles, vão contar a si História e as suas histórias. Primeiras pessoas a habitar a ilha: Algarvios.

Os Monumentos Megalíticos de Alcalar são templos funerários megalíticos, edificados e usados como sepulcros coletivos e espaços cerimoniais ao longo de vários séculos, no período Calcolítico (III milénio a.C.). Constituem uma notável necrópole monumental relacionada com uma antiga povoação pré-histórica. Os monumentos do agrupamento oriental da necrópole – Alc7 e Alc9 – estão museografados e podem visitar-se, dispondo de um Centro de Interpretação (encerra às segundas-feiras e feriados principais).

“Um Mar de Filmes!” um projeto do Rizoma Lab - Associação Cultural e tem a coordenação artística e curadoria de Luísa Baptista, produção técnica de Pedro Glória e conta com Carolina Rufino e Diogo Vilhena como programadores associados.

Monumentos Megalíticos de Alcalar | 08 de Setembro | 21 horas - Exibição do filme “ É na Terra não é na Lua” de Gonçalo Tocha;

Fortaleza de Sagres | 15 de Setembro | 21 horas - Exibição do filme “ A Mãe e o Mar” de Gonçalo Tocha;

Ermida de Nª Sra de Guadalupe | 22 de Setembro | 21 horas - Exibição do filme “ Pedra e Cal” de Catarina Alves Costa;

Monumentos Megalíticos de Alcalar | 29 de Setembro | 21 horas - Exibição do filme “Medronho todos os Dias – Unedo Omnes Dies”de Sílvia Coelho e Paulo Raposo. (Jornadas Europeias do Património) .

“Medronho Todos os Dias” fará o encerramento da Mostra. Este filme acompanha o saber singular do processo de produção de aguardente de medronho e a sua presença por toda a região de Monchique. Esta sessão conta com a presença do Grupo Coral da Confraria de Medronho, seguido de uma prova de medronho.

“Um Mar de Filmes!” está integrado no DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve e tem a colaboração do Museu Municipal de Portimão/ Câmara Municipal de Portimão e apoio da Quinta do Barranco Longo.

Para mais informações: http://mardefilmes.rizomalab.pt

Vídeo -teaser: https://www.youtube.com/watch?v=4c_Kc6Eu8R4

NOTA DE CONGRATULAÇÃO

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, congratula o tenor Luís Gomes pelo Prémio Zarzuela (ex-aequo com Pavel Petrov) e o Prémio do Público para melhor voz masculina no Operalia, prestigiado concurso internacional de ópera que decorreu pela primeira vez em Portugal, no Teatro Nacional de São Carlos.

Apontado como uma estrela em ascensão e detentor de um nível artístico surpreendente para a sua idade, Luís Gomes, 31 anos, estudou no Conservatório Nacional de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa. O jovem tenor português prosseguiu os estudos em Londres, licenciou-se em Canto e fez mestrado em Ópera na Guildhall School of Music and Drama, tendo também estudado no National Opera Studio.

O seu talento não passou despercebido e foi selecionado para fazer parte do prestigiado programa para jovens cantores da Royal Opera House, o Jette Parker Young Artists Program (JPYAP). Foi durante o JPYAP que se estreou como Fenton na ópera Falstaff, tornando-se no primeiro cantor português a representar um papel principal no palco da Royal Opera House.

Cantou sob direção de reputados maestros como Sir Antonio Pappano e Sir Simon Rattle. Petite Messe Solennelle de Rossini, Missa a St Cecilia de Gounod, Stabat Mater de Dvorak, Missa em Dó Menor e Requiem de Mozart, Requiem de Verdi, A Criação de Haydn, Missa em Mib e Intende Voci de Schubert, são algumas das peças do seu repertório de concerto.

Venceu o prémio Basil A Turner Prize para melhor cantor (2012) e o Bruce Miller/Gulliver Prize (2013). E ao longo da sua careira foi distinguido com várias bolsas de estudo. Desde 2012 que é um Samling Artist e formando da Georg Solti Accademia di Belcanto.

Com dois prémios no Operalia 2018, o tenor Luís Gomes soma, assim, uma distinção de peso no seu já vasto e impressionante currículo.

3 de Setembro de 2018

Prof José LouroNOTA DE PESAR

É com enorme pesar que a Direção Regional de Cultura do Algarve recebeu a notícia do falecimento do Prof. José Louro ocorrido esta sexta-feira.

O percurso de vida, bem como a sua participação cívica e cultural foram um relevante testemunho que deixará em todos os que com ele conviveram, e com ele interagiram, um sentimento de tristeza que só será superado pelo legado que nos deixa.

A ação e intervenção no âmbito do ensino, mas também da juventude e do associativismo, mobilizou jovens e marcou a história do teatro no Algarve, tornando-se numa referência inquestionável da educação pela arte na região.

O seu papel enquanto programador no Teatro Lethes e, posteriormente, no Teatro Municipal de Faro foi outra das tarefas que desempenhou e onde também deixou a sua marca para o desenvolvimento cultural do Algarve.

A atribuição do Prémio Maria Veleda em 2016, por esta Direção Regional de Cultura do Algarve, confirmou o reconhecimento pelos pares do seu papel como Homem da Cultura pelo seu percurso cultural e cívico onde foi protagonista com intervenções particularmente relevantes e inovadoras para a Cultura da região.

O Algarve presta desta forma o seu reconhecimento público a José Louro, uma grande personalidade da cultura algarvia, considerando que o seu contributo cultural e o legado que nos deixa é inquestionável.

Aos familiares e amigos apresentamos as nossas sinceras condolências.

Faro, 10 de agosto de 2018

A Diretora Regional de Cultura do Algarve

Alexandra Rodrigues Gonçalves

 

(Fotografia de Bruno Filipe Pires - Jornal Barlavento)

Sons Antigos a Sul 2018VII Edição do “Sons Antigos a Sul”

O Ciclo de Música Antiga Sons Antigos a Sul (SAS) está de regresso à Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, durante o mês de agosto, nos dias 3, 10, 17 e 24 de agosto, pelas 17 horas.

O SAS é um projecto anual dirigido pela Academia de Música de Lagos de promoção e divulgação da Música Antiga no Algarve, envolvendo ensembles profissionais nacionais e internacionais, iniciado no Verão de 2012 no Barlavento Algarvio.

Para a sua 7.ª Edição contamos com a presença de quatro conjuntos com programas e sensibilidades musicais muito diferentes. No dia 3 de agosto iremos ter o Trio MusiKê, com um programa que abrange composições de Airas Nunes (1230 – 1289), Diego Ortiz (1510 – 1570) ou Benedetto Marcello (1686 – 1739); no dia 10 de agosto irá dar-se o lugar à Flauta de Bisel & Cravo com Suzana Batoca e Sofia Cascalho; no dia 17 de agosto centrarmo-nos no Iberian Ensemble onde se apresenta uma abordagem de obras dos grandes mestras do barroco italiano, tais como Corelli, D. Scarlatti e Vivaldi, entre outros.

Luz, vivacidade, clareza são algumas das principais características bem presentes na escrita para a flauta destes compositores, tendo ainda a importante base harmónica sustentada pela sonoridade da viola da gamba, tiorba e guitarra barroca; para fechar terminamos com um programa intitulado “Trovadoresca”, pelo Ensemble Lundu, no dia 24 de agosto, onde a voz de Joana Godinho e a guitarra de José Farinha trazem ao Festival as cantigas trovadorescas.

O ciclo “Sons Antigos a Sul” irá também acontecer ainda na Igreja Matriz de Monchique nos dias 4,11, 18 e 25 de agosto, pelas 15h30.

O VII Sons Antigos a Sul está inserido no Programa de Apoio Sustentado às Artes, estrutura financiada pela Direção-Geral das Artes/Ministério da Cultura e conta com o apoio da Direção Regional de Cultura do Algarve (acolhimento), Paróquia de Monchique e Quinta do Barranco Longo.

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FolequestraFOLEQUESTRA

A Fortaleza de Sagres recebe o projeto “Folequestra”, no próximo dia 28 de Julho, às 18 horas.

“Folequestra” traz-nos algo de novo: é o talento aliado à juventude, boa disposição, modernidade do acordeão e a versatilidade dos seus elementos. De repente vemos acordeonistas transformarem-se em percussionistas, cantores e dançarinos. Uma abordagem ao fado, tango e clássicos imortais, incluindo a exploração de autores algarvios

Dirigida pelo Prof. Nelson Conceição, compositor premiado internacionalmente e autor de arranjos, este agrupamento tem vindo a alcançar notoriedade, sendo o primeiro grupo de acordeões a vencer o Troféu Nacional de Acordeão na categoria de Orquestra de Excelência.

Pretende-se com este projeto aproveitar a nova dinâmica da prática do acordeão, criando um espetáculo musical em que este instrumento está presente mas com novas abordagens à música portuguesa, passando pelo jazz ou tango, com momentos de virtuosismo e com traços das nossas raízes, misturando-se com outros instrumentos como a guitarra clássica, contrabaixo, percussões e vozes, trazendo assim novas sonoridades.

Folequestra é uma iniciativa promovida pela AGAL – Associação Grupo de Amigos de Loulé – integrada no DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural da Direção Regional de Cultura do Algarve.

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Gastão-CruzMedalha de Mérito Cultural a Gastão Cruz

A Medalha de Mérito Cultural a Gastão Cruz será entregue pelo Ministro da Cultura no dia 4 de agosto, no âmbito da realização da 3.ª edição do FLIQ – Festival Literário Internacional de Querença , que integra este ano uma homenagem ao escritor.

Gastão Cruz nasceu em Faro, a 20 de Julho de 1941. Licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A poesia acompanhou-o desde muito novo, datando do período em que esteve na faculdade o início da sua colaboração em diversos jornais e revistas, com poemas e artigos sobre poesia. Cite-se, a título de exemplo, os Cadernos do Meio-Dia, publicados em Faro, sob a direção de António Ramos Rosa e de Casimiro de Brito.

Nessa época, colaborou também na publicação coletiva Poesia 61, título que reuniu Casimiro de Brito, Luísa Neto Jorge, Maria Teresa Horta e Fiama Hasse Pais Brandão, com quem foi casado.

Ainda nos tempos da universidade, Gastão Cruz participou ativamente nas greves académicas de 1962 e foi um dos organizadores da Antologia de Poesia Universitária (1964).

Gastão Cruz tem desempenhado desde então um importante papel na divulgação, promoção e crítica da poesia e da literatura em geral, bem como do teatro e da música, tendo reunido, pela primeira vez, os seus ensaios sobre poesia em 1973, no livro A Poesia Portuguesa Hoje.

A Vida da Poesia – textos críticos reunidos (Assírio & Alvim, 2008) constitui a mais recente recolha de todo o seu trabalho.

Foi, em 1975, um dos fundadores do Grupo Teatro Hoje (posteriormente fixado no Teatro da Graça), que dirigiu e/ou codirigiu e para o qual encenou peças de Crommelynck, Tchekov e Strindberg, assim como uma adaptação do romance Uma Abelha na Chuva, de Carlos de Oliveira.

Traduziu poetas como William Blake (Doze Canções de Blake. O Oiro do Dia, 1980), Jean Cocteau (O Filho do Ar, Relógio d’Água,1998), Jude Stéfan e Sandro Penna, assim como peças de Shakespeare (O Conto de Inverno, Relógio D’Água, 1994) e Strindberg (O Pelicano, Relógio D’Água, 1993), entre outros.

Entre 1980 e 1986, viveu em Londres, onde foi leitor de português no King’s College, Universiy of London.

É um dos diretores da Fundação Luís Miguel Nava e da revista de poesia Relâmpago, publicação editada pela referida fundação.

Autor de uma obra muito diversa, publicou, entre outros, os títulos A Morte Percutiva (1961), A Poesia Portuguesa Hoje (1973), Campânula (1978), Órgão de Luzes (1990), Transe – Antologia 1960-1990 (1992), As Pedras Negras (1995), Poesia Reunida (1999), Crateras (2000), obra que recebeu o Prémio D. Dinis, naquele ano.

Além do Prémio D. Dinis, o autor tem visto a sua obra amplamente reconhecida e premiada, tendo também já recebido as seguintes distinções: Prémio do PEN Clube Português de Poesia, nos anos de 1985, 2007 e 2014 (pelas obras O Pianista, A Moeda do Tempo e Fogo), o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT, em 2002 (pela obra Rua de Portugal), o Grande Prémio de Literatura DST, em 2005 (pela obra Repercussão), o Prémio Literário Correntes d’Escritas/ Casino da Póvoa, em 2009 (pela obra A Moeda do Tempo).

Em 2013, a Fundação Inês de Castro, de Coimbra, prestou-lhe homenagem, com o Prémio Tributo de Consagração. O Prémio de Tradução da Casa da América Latina foi-lhe atribuído em 2015, pela tradução do livro Troco a Minha Vida por Candeeiros Velhos (Abysmo) do poeta colombiano León de Greiff. Traduziu igualmente os poemas do poeta colombiano Porfirio Barba-Jacob, incluídos na antologia bilingue Todos os Sonhos do Mundo (Fernando Pessoa/Porfirio Barba Jacob), Tragaluz Editores, Medellín, 2012.

A sua poesia foi reunida no volume Os Poemas (Assírio & Alvim, 2009). Em 2010, 2011, 2013, 2015 e 2017 publicou, respetivamente, os livros de poemas Escarpas, Observação do Verão, Fogo, Óxido e Existência.

Assim, em reconhecimento do inestimável trabalho de uma vida dedicada à poesia, à produção literária e à escrita, difundindo amplamente a Língua e a Cultura portuguesas, ao longo de mais de cinquenta anos, entende o Governo Português prestar pública homenagem ao escritor GASTÃO CRUZ, concedendo-lhe a MEDALHA DE MÉRITO CULTURAL.

Associação Cultural O Espaço do TempoNOTA DE CONGRATULAÇÃO

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, congratula a Associação Cultural O Espaço do Tempo e o seu fundador, Rui Horta, pelo Prémio Gulbenkian 2018 na área do Conhecimento.

Sedeada em Montemor-o-Novo no Convento da Saudação e criada há 18 anos, a associação O Espaço do Tempo tem desenvolvido um trabalho de impacto local e de forte ligação à comunidade, usando a cultura como ferramenta fundamental de desenvolvimento e crescimento das valências do território e das suas comunidades. Ao longo dos anos, também se afirmou como um importante centro de residência e experimentação internacional, acolhendo anualmente centenas de artistas e contribuindo para a dinamização do setor cultural e dos seus públicos, através do cruzamento entre cultura, investigação e educação.

A distinção agora atribuída reconhece o trabalho da estrutura na área da Cultura e, de forma mais ampla, na área do Conhecimento.

O Prémio Gulbenkian 2018 será formalmente entregue dia 20 de Julho.

20 julho, 2018

Luís Filipe de Castro Mendes

Concerto de Câmara em GuadalupeRecital de Música de Câmara

A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Raposeira – Vila do Bispo) acolhe o Recital de Música de Câmara, no próximo dia 20 de julho, pelas 17 horas.

Concerto com Paulo Galvão e Helena Rocha (guitarras) e Ana Correia (violoncelo) que apresenta um programa eclético e variado com temas de compositores que se especializaram em composições para guitarra clássica, passando por outros mais ligados a composições clássicas para piano e orquestra, aqui adaptados a violoncelo e guitarra.

Serão abordados compositores como Francisco Tárrega, Leonhard von Call, Mauro Giuliana ou Matteo Carcassi.

Esta é uma iniciativa integrada na “Rota das Igrejas”, ciclo de concertos organizado pela Academia de Música de Lagos que se realiza por todo o Algarve e que pretende levar a cultura musical a espaços fora dos centros urbanos da região.

Pretende-se dar a conhecer ensembles e músicos na área da música clássica, da música erudita e da música antiga, valorizando os espaços patrimoniais que recebem o concerto, criando uma simbiose entre património material e imaterial.

Concerto desenvolvido no âmbito do projecto “Música e Património”, com co-financimento do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional, ao abrigo do Programa CRESC Algarve 2020/Portugal 2020 e acolhimento da Direção Regional de Cultura do Algarve.

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Entrada Fortaleza de SagresABERTO PROCEDIMENTO CONCURSAL

Preenchimento de 4 (quatro) postos de trabalho na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, na carreira e categoria de assistente técnico, área de vigilância, receção e atendimento de visitantes, bilheteira, loja, apoio a atividades culturais e educativas, para monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve: Fortaleza de Sagres e Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Vila do Bispo)

Aviso n.º 9573/2018 - Diário da República n.º 136/2018, Série II de 2018-07-17

Nota de pesar

Pedro Morais

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta profundamente a morte de Pedro Morais.

Artista plástico e professor, Pedro Morais nasceu em Lisboa em 1944 e dedicou a sua vida à arte e ao ensino. Viveu em Paris nos anos 1960, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e, em 1977, já em Portugal, foi professor na Escola António Arroio. Entre 1979 e 1994, fundou e dirigiu o Atelier Livre, projeto de ensino artístico que marcou os seus alunos e se tornou referência como espaço de discussão livre e partilhada, inspirando uma geração de artistas.

Usou a pintura, a escultura, o desenho e o som para questionar e interpelar, dando atenção ao detalhe. Na sua exposição “Nudez – uma invariante”, que ocupou o Pavilhão Branco em Lisboa em janeiro deste ano, refletiu sobre o carácter impermanente da existência, num projeto dedicado a Leonardo da Vinci e a Marcel Duchamp.

Pedro Morais foi um dos nomes mais influentes da arte portuguesa atual, trabalhando nos bastidores e impulsionando o trabalho de várias gerações de artistas, inspirando-os a encontrar o seu próprio caminho.

À Família, enviam-se sentidas condolências.

9 julho, 2018
Luís Filipe de Castro Mendes

Monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve aumentam em número de visitantes no primeiro semestre de 2018

Fortaleza de Sagres - Pano de muralha

No conjunto dos monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve com controle de entradas - Fortaleza de Sagres, Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, Monumentos Megalíticos de Alcalar e Ruínas Romanas de Milreu, verificou-se um aumento no número de visitantes no primeiro semestre de 2018.

O primeiro semestre deste ano, de 168.033 visitantes do ano anterior passou para 197.142, correspondendo a um aumento global de 17,32%.

A afluência de visitantes nos diferentes monumentos não é simétrica, quando comparada com o ano anterior. Em alguns imóveis a tendência verificada foi de manutenção ou ligeira redução em relação aos valores do ano passado, mas mais uma vez foi na Fortaleza de Sagres que se verificou o crescimento mais expressivo, contribuindo para os valores globais alcançados.

A nível global, e à semelhança dos anos anteriores, são os estrangeiros quem mais afluem, numa percentagem 87,64% contra 12,36% de nacionais. Esta tendência foi contrariada nos Monumentos Megalíticos de Alcalar em que o número de nacionais representou 54,84% das visitas, superando os estrangeiros com 45,16%.

A Direção Regional de Cultura do Algarve continuará o seu trabalho para a preservação e fruição de todos os monumentos que lhe estão afetos, como forma de promover a identidade da Região e do País.

Música eletrónica e dança acroyoga

EPIC NOTES - Música eletrónica e Dança acroyoga - Castelo de Loulé | 14 de julho

O projeto EPIC NOTES irá acontecer no dia 14 de julho na Alcaidaria do Castelo de Loulé, pelas 21h30.

Este é um projeto multidisciplinar que conjuga música e dança, sendo uma fusão entre música original, composta em exclusivo para este projeto, usando por base a música electrónica, mas ao mesmo tempo enraizada no legado histórico nacional de influencia árabe/medieval/descobrimentos/popular, que nos faz viajar pelo tempo, numa ponte entre o passado e o futuro.

A improvisação também presente na música liga-se assim à da acroyoga, que trabalha a força e o equilíbrio, fazendo um paralelismo com a força graciosa dos monumentos e toda a energia e o foco realizados para a sua edificação, tendo uma perspetiva cultural de inovação, cativando novos públicos, com interesses e provenientes de setores distintos.

Epic Notes junta duas disciplinas que serão executadas ao vivo com ênfase na improvisação, fruto de uma nova parceria artística: uma modalidade acrobática, desenvolvida inicialmente no século XII, com uma componente de sabedoria milenar do yoga, em conjunto com a música improvisada, experimentada também ela de uma nova forma inovadora apoiada em técnicas eletrónicas.

Este é um projeto eclético que pretende atrair públicos de várias faixas etárias, com o objetivo de proporcionar a oportunidade de ver a vida em novas posturas, sob novos ângulos.

Hugo Alves – trompete

Filipe Santos, Samuel del Bello e Sofia Pimentão – dança acrobática

Epic Notes é um projeto da Orquestra de Jazz do Algarve e conta com o apoio e colaboração do Museu Municipal de Loulé /Câmara Municipal de Loulé.

Projeto integrado no DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos - programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

Ricardo CamachoNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, manifesta o seu pesar pela morte de Ricardo Camacho.

Músico e médico, Ricardo Camacho foi produtor, teclista e um dos fundadores dos Sétima Legião, banda criada na década de 1980 e responsável por sucessos como Sete Mares e Por quem não esqueci, que marcaram gerações e conquistaram um lugar na história do pop rock português.

Nascido na Madeira em 1954, foi também produtor de discos como Estou Além, de António Variações, Foram Cardos, Foram Prosas, de Manuela Moura Guedes e Remar Remar, dos Xutos & Pontapés.

Ricardo Camacho deu um contributo fundamental à produção musical portuguesa, não só pelo seu percurso como músico dos Sétima Legião, mas também como produtor de outras formações e artistas de destaque no panorama nacional.

À Família enviam-se sentidas condolências.

Luís Filipe de Castro Mendes

4 de julho, 2018

Nova Escola de Sagres II

NOVA ESCOLA DE SAGRES

Regressa à Fortaleza de Sagres

O Centro Ciência Viva de Lagos implementa pelo segundo ano o projeto NOVA ESCOLA DE SAGRES, que irá decorrer nos dias 7 e 8 de julho na Fortaleza de Sagres.

O evento, passar-se-á em ambiente de Festival, propondo aos visitantes várias atividades, que vão desde a construção de uma Caravela Modular com 10 metros de comprimento, o manuseamento de instrumentos de navegação, mapas e cartas, relógios de sol, observações astronómicas, consultar coleções como forma de preservar o Futuro, construção de hologramas, explorar vídeos em realidade virtual, compreender a modelação 3D, aprender um pouco de robótica e programação em ambiente de oficinas, entre muitas outras coisas. O evento terá a duração de 2 dias e as atividades irão decorrer das 14h às 20h.

Como forma de referência ao património oral e a sua preservação, contamos com a apresentação do espetáculo “Sons da Palavra” uma sessão de lendas e contos tradicionais algarvios narrados e musicados pela Fungo Azul, a realizar-se às 18h, nos dias 7 e 8 de julho.

Dia 7 de julho, às 21 horas, haverá o Concerto do Deep:her que antecede a observação astronómica, prevista para as 22 horas.

Deep:her é um projeto de G.I. Joe e Emmy Curl que exploram os caminhos entrelaçados das máquinas e do mais puro dos instrumentos - talvez o mais profundo... - a voz.

A implementação do projeto Nova Escola de Sagres ambiciona reunir na Fortaleza de Sagres diversas áreas do saber científico e do saber prático, do passado ao atual, como justificação conceptual na dinamização de atividades relacionadas com as Artes de Navegar, a História e o Conhecimento. Nesta edição do DiVaM cujo tema é “Património, que Futuro?”, este será antecipado através das mais recentes tecnologias preservando, ao mesmo tempo, a sua história. O futuro faz-se também com a nossa História, quer a mais recente, quer a mais longínqua.

A Nova Escola de Sagres regressará ainda à Fortaleza de Sagres no dia 9 de outubro, com um programa direcionado para as escolas da região.

 

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José Manuela TengarrinhaNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta profundamente a morte de José Manuel Tengarrinha.

Investigador de excelência, nos domínios da História e das Ciências Sociais, José Manuel Tengarrinha foi fundador do Movimento Democrático Português/Comissão Democrática Eleitoral (MDP/CDE), merecendo o nosso mais elevado reconhecimento pela sua luta e resistência antifascista. Deputado constituinte, como cidadão defendeu sempre livre e corajosamente as suas ideias políticas.

Responsável pela formação de várias gerações enquanto professor e historiador, é da sua autoria a primeira "História da Imprensa Periódica Portuguesa", editada originalmente em 1965, tendo considerado que “a história da imprensa portuguesa não poderá ser observada como um fenómeno isolado e sui generis, mas como um dos aspetos (...) da história da nossa cultura.”

O país perde um homem livre, democrata e progressista.

À Família enviam-se sentidas condolências.

Luís Filipe de Castro Mendes
29 junho, 2018