• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

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 mosaico do deus Oceano O mosaico do deus Oceano,  pertencente ao acervo do Museu Municipal de Faro, é classificado como Tesouro Nacional

Decreto n.º 9/2018 de 18 de maio

O mosaico do deus Oceano (cidade de Ossonoba/Faro), datável de finais do século II d.C. ou início do século III d.C., foi muito provavelmente produzido por oficina itinerante, de mosaístas de origem africana (Tunísia, Marrocos ou Líbia). Com as dimensões de 940 × 240 cm, o mosaico é formado por tesselas de calcário, xisto, rochas vulcânicas e vidros policromos, em tons de preto, branco, vermelho, ocre amarelo, azul, rosa e cinzento, segundo a técnica do opus tessellatum. O mosaico é composto por quatro painéis justapostos, de modo a formar uma composição retangular dominada por motivos geométricos (peltas, hexágonos, quadrados, triângulos e nós -de -Salomão), onde pontuam elementos fitomórficos formando tapete, delimitado em todo o seu perímetro por cercadura denteada bicromática entre duas bandas lisas, que seria originalmente antecedida por delicados enrolamentos em friso de 20 cm de largo, de que apenas resta uma pequena secção. O painel central corresponde a um quadrado linear, dentro do qual se inscreve um medalhão circular contendo a máscara ou cabeça do deus Oceanus, originalmente circundado pelos quatro Ventos, dos quais restam apenas dois bustos, afrontados, na parte superior. Os restantes painéis formam um extenso tapete dominado por composição ortogonal de hexágonos tangentes por dois vértices, definindo quadrados e estrelas de quatro pontas, dentro dos quais se inscrevem vinte e nove florões compósitos, distintos e individualizados. Este exemplar da arte musiva romana foi exumado em abril de 1976, em contexto de escavação arqueológica de emergência despoletada por obras públicas de saneamento levadas a cabo na esquina das Ruas Infante D. Henrique e Ventura Coelho, em Faro. Atualmente encontra -se incorporado no acervo do Museu Municipal de Faro. A classificação, nos termos dos n.os 1 a 3 do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, do mosaico romano acima identificado, tem em conta os critérios constantes do artigo 16.º do mesmo diploma, relativos ao interesse do bem como testemunho notável de vivências ou factos históricos, ao seu valor estético, técnico ou material intrínseco, à extensão do bem e o que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva e à sua importância na perspetiva da investigação histórica e científica. Nos termos do artigo 17.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, foi obtido o parecer favorável da Secção dos Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional de Cultura, bem como foram cumpridos os procedimentos de audiência prévia, previstos no artigo 20.º do mesmo diploma, de acordo com o disposto no Código do Procedimento Administrativo.Assim: Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 28.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, e no n.º 1 do artigo 23.º do Decreto -Lei n.º 148/2015, de 4 de agosto, e nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Artigo único

Classificação

É classificado como bem móvel de interesse nacional, designado Tesouro Nacional, o mosaico romano do deus Oceano (cidade de Ossonoba/Faro), pertencente ao acervo do Museu Municipal de Faro.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 3 de maio de 2018. — Maria Manuel de Lemos Leitão Marques — Luís Filipe Carrilho de Castro Mendes. Assinado em 9 de maio de 2018. Publique -se. O Presidente da República, MARCELO REBELO DE SOUSA. Referendado em 14 de maio de 2018. O Primeiro -Ministro, António Luís Santos da Costa

Alcalar MonumentoDiVaM 2018, porque o Património do Algarve ‘mais do que vale a pena’

O Programa de Dinamização e Valorização dos Monumentos (DiVaM) da Direção Regional de Cultura do Algarve reabriu a 14 de abril passado, com a obra de salvaguarda e valorização em Alcalar e do seu monumento 9. O contexto arqueológico dos Monumentos Megalíticos de Alcalar, em particular do Monumento 9, teve escavações arqueológicas no ano 2010 e conhece um novo momento de valorização.

Património – Que futuro?

O reconhecimento público da importância global do património cultural é quase sempre determinado por decisões oficiais dos organismos de tutela, sem que aconteça uma verdadeira apropriação ou tomada de consciência da maioria da comunidade, em relação aos seus significados. Pelo que, neste Ano Europeu do Património Cultural, o tema determinado para a 5ª edição do DiVaM é: Património – Que futuro? [ Postal - Cultura.Sul ] 

DECLARAÇÃO ANUAL PARA APOIOS FINANCEIROS A ATRIBUIR EM 2018

Declaração

A DGARTES publica pela 1ª vez uma declaração anual, prevista no  Decreto-Lei n.º 103/2017, de 24 de agosto, que estabelece os programas de apoio a abrir no ano seguinte, e respetivo prazo limite de abertura, antecipando informação essencial às entidades que procuram apoio financeiro para a realização de projetos artísticos profissionais.

Os apoios financeiros previstos atribuir no ano de 2018, visam fomentar a criação, produção e difusão das artes através do incentivo a diversas áreas disciplinares e domínios de atividade; promover a articulação das artes com outras áreas setoriais e valorizar a fruição artística enquanto instrumento de correção de assimetrias territoriais e de desenvolvimento humano, social, económico e cultural.

Podem ser apoiados projetos na área das artes performativas (que incluem o circo contemporâneo e as artes de rua, a dança, a música e o teatro), na área das artes visuais (arquitetura, artes plásticas, design, fotografia e novos media) e área de cruzamentos disciplinares.

Para aceder à legislação, registo de utilizador, avisos de  abertura e materiais de apoio, os interessados podem consultar o Balcão Artes.

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DECLARAÇÃO ANUAL
Conheça aqui a declaração anual.

Route

UMAYYAD Route

MELHORIA DA COESÃO TERRITORIAL MEDITERRÂNICA ATRAVÉS DA CONFIGURAÇÃO DE UM ITINERÁRIO TURÍSTICO-CULTURAL.