CCDR Algarve e Património Cultural reforçam acompanhamento às comunidades na salvaguarda do património cultural imaterial
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, I.P. (CCDR Algarve) e o Património Cultural, I.P. realizaram, nos dias 24 e 25 de setembro, um conjunto de reuniões e visitas técnicas na região, com o objetivo de acompanhar as manifestações do património cultural imaterial algarvio e apoiar o interesse das comunidades na sua inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
O Inventário Nacional é um instrumento de reconhecimento, documentação e salvaguarda de práticas, conhecimentos e expressões culturais que as comunidades reconhecem como parte do seu património e transmitem entre gerações. A preparação dos processos de inscrição pressupõe o envolvimento das comunidades detentoras desse património, a investigação e documentação das manifestações e a identificação de medidas que contribuam para a sua continuidade.
É neste contexto que as duas entidades têm vindo a reforçar o acompanhamento técnico aos municípios, associações e comunidades locais, procurando esclarecer os procedimentos de inventariação, conhecer as suas expectativas e apoiar a preparação de propostas de inscrição.
Esta iniciativa dá continuidade ao Encontro Património Cultural Imaterial – Algarve 2026, realizado em Faro, em junho. Nesse encontro, foram apresentadas experiências e boas práticas associadas a manifestações algarvias já inscritas no Inventário Nacional, como a Dieta Mediterrânica, o Culto a Nossa Senhora da Piedade (Mãe Soberana), a Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra e o Bolo de Tacho de Monchique. Foram também partilhadas propostas de novos projetos de inventariação, envolvendo municípios, associações e comunidades locais.
As reuniões com representantes dos municípios de Portimão, Faro, São Brás de Alportel e Tavira permitiram conhecer o estado de desenvolvimento dos projetos, esclarecer dúvidas sobre os formulários e os elementos necessários à apresentação de propostas e discutir possíveis linhas de investigação. Os participantes puderam ainda dialogar diretamente com a equipa da Divisão de Cadastro, Inventário e Classificação do Património Cultural, I.P., responsável pela apreciação destes processos.
O programa incluiu uma visita técnica ao núcleo da Ilha da Culatra, conduzida pela Associação de Moradores da Ilha da Culatra e pela Associação Nossa Senhora dos Navegantes, com a participação do CIMA – Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve. Este contacto permitiu às equipas do Património Cultural, I.P. e da Unidade de Cultura da CCDR Algarve conhecer melhor o território, o modo de vida da comunidade piscatória e o contexto em que se mantêm e transmitem as suas práticas culturais.
No encontro realizado em junho, o Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, destacou a importância de aumentar a presença das manifestações algarvias no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial e de aproximar os processos de inventariação das comunidades. Por sua vez, o Vice-Presidente da CCDR Algarve com o pelouro da Cultura, Bruno Inácio, sublinhou a necessidade de reforçar o trabalho em rede entre entidades regionais e locais, como forma de apoiar novos processos de inventariação e valorização do património.
Com estas ações, a CCDR Algarve e o Património Cultural, I.P. procuram dar resposta ao legítimo interesse das comunidades no reconhecimento das suas manifestações culturais, através de um acompanhamento próximo e continuado. Este trabalho conjunto pretende contribuir para que os processos de inventariação sejam participados e sustentados, colocando as comunidades no centro da valorização, salvaguarda e transmissão do património vivo da região.
O Inventário Nacional é um instrumento de reconhecimento, documentação e salvaguarda de práticas, conhecimentos e expressões culturais que as comunidades reconhecem como parte do seu património e transmitem entre gerações. A preparação dos processos de inscrição pressupõe o envolvimento das comunidades detentoras desse património, a investigação e documentação das manifestações e a identificação de medidas que contribuam para a sua continuidade.
É neste contexto que as duas entidades têm vindo a reforçar o acompanhamento técnico aos municípios, associações e comunidades locais, procurando esclarecer os procedimentos de inventariação, conhecer as suas expectativas e apoiar a preparação de propostas de inscrição.
Esta iniciativa dá continuidade ao Encontro Património Cultural Imaterial – Algarve 2026, realizado em Faro, em junho. Nesse encontro, foram apresentadas experiências e boas práticas associadas a manifestações algarvias já inscritas no Inventário Nacional, como a Dieta Mediterrânica, o Culto a Nossa Senhora da Piedade (Mãe Soberana), a Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra e o Bolo de Tacho de Monchique. Foram também partilhadas propostas de novos projetos de inventariação, envolvendo municípios, associações e comunidades locais.
As reuniões com representantes dos municípios de Portimão, Faro, São Brás de Alportel e Tavira permitiram conhecer o estado de desenvolvimento dos projetos, esclarecer dúvidas sobre os formulários e os elementos necessários à apresentação de propostas e discutir possíveis linhas de investigação. Os participantes puderam ainda dialogar diretamente com a equipa da Divisão de Cadastro, Inventário e Classificação do Património Cultural, I.P., responsável pela apreciação destes processos.
O programa incluiu uma visita técnica ao núcleo da Ilha da Culatra, conduzida pela Associação de Moradores da Ilha da Culatra e pela Associação Nossa Senhora dos Navegantes, com a participação do CIMA – Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve. Este contacto permitiu às equipas do Património Cultural, I.P. e da Unidade de Cultura da CCDR Algarve conhecer melhor o território, o modo de vida da comunidade piscatória e o contexto em que se mantêm e transmitem as suas práticas culturais.
No encontro realizado em junho, o Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, destacou a importância de aumentar a presença das manifestações algarvias no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial e de aproximar os processos de inventariação das comunidades. Por sua vez, o Vice-Presidente da CCDR Algarve com o pelouro da Cultura, Bruno Inácio, sublinhou a necessidade de reforçar o trabalho em rede entre entidades regionais e locais, como forma de apoiar novos processos de inventariação e valorização do património.
Com estas ações, a CCDR Algarve e o Património Cultural, I.P. procuram dar resposta ao legítimo interesse das comunidades no reconhecimento das suas manifestações culturais, através de um acompanhamento próximo e continuado. Este trabalho conjunto pretende contribuir para que os processos de inventariação sejam participados e sustentados, colocando as comunidades no centro da valorização, salvaguarda e transmissão do património vivo da região.